O estudo das heresias de ontem pode ajudar os pregadores de hoje a não repeti-las. É de poder que se trata!Montanistas, Donatistas, Pietistas, Jansenistas, Cátaros, Arianos, Nestorianos e centenas de outros grupos de fé, acabaram se desviando da unidade ou levando milhões de fiéis atrás de doutrinas sem fundamento. Tornaram-se grupos poderosos na Igreja, obedientes aos seus líderes e não aos bispos.
Um pregador convincente acaba tendo mais força e mais poder do que 200 ou 300 bispos reunidos. Vale o que ele diz e não o que diz a Igreja Oficial. Se ele vem, todos vão lá. Se o bispo vem, eles não vão! Seus adeptos só lêem seus escritos, porque dão a ele a autoridade que não dão, nem ao papa, nem aos bispos que não oram, nem falam como eles.
Em pouco tempo, estão invadindo dioceses, paróquias e território de outros para levar as idéias e a catequese do seu mentor. Não aceitam outras. Divulgam suas mensagens e não admitem ler, nem cantar as dos outros.
Entre obedecer ao seu pároco e ao seu bispo, preferem obedecer ao seu pregador de fora e de longe. Acabam sem ler a carta pastoral do seu bispo e o texto do Papa, porque não ouvem e não lêem o que os outros grupos de Igreja estão dizendo. Um tênue fio ainda os liga à Igreja de todos. Mas uma fidelidade está com aquele pregador.
Se seu mentor romper, eles rompem junto. Assim começaram as heresias. Excessiva devoção ao fundador e indiferença para com o que diziam as autoridades da Igreja.
Pe. Zezinho,scj





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