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De acordo com Gilberto Ulson Pizarro, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, em São Paulo, essas medidas não devem ser tomadas, pois além de não ajudarem, provocam vômitos que podem obstruir ainda mais a passagem de ar para os pulmões. O otorrinolaringologista afirma que essas ocorrências acontecem com maior frequência em crianças menores de dois anos, na chamada "fase oral", em que os bebês querem descobrir o mundo e acabam colocando tudo na boca.
Ainda segundo Pizarro, a ação deve ser rápida e o ideal é dividir as tarefas e seguir algumas dicas. São elas:
- Nestes casos, um adulto cuida da criança e o outro chama o serviço de emergência, pois podem ser necessárias manobras de primeiros socorros como massagens cardíacas e respiração boca a boca, e nem todos estão aptos a executá-las com precisão. Caso ela apresente evidente falta de ar, não consiga respirar e esteja ficando azulada, a ajuda deve ser rápida;
- Se for um bebê, vire-o de bruços e bata nas costas, mas o tapa tem de ser seco e com força moderada. O impacto deve ser suficiente para expelir o que foi ingerido;
- No caso de crianças maiores, a manobra é posicionar-se atrás dela e comprimir o abdômen contra o seu corpo até três vezes;
- É importante identificar se o objeto é arredondado ou pontiagudo, pois cada caso exige um cuidado especial. Os atendimentos em casa são recomendados nos casos extremos, o ideal é que a criança seja levada ao hospital, onde possa ser avaliada por um profissional e realizar os exames de praxe.
Prevenção
Os brinquedos não devem ser pequenos, tampouco aqueles que a criança consiga destruir. Se há irmãos maiores, redobre a atenção, pois é comum que os bebês sejam "alimentados" por eles.
Fonte: MSN






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