- Escolher a vítima e isolar do grupo.
- Impedir de se expressar e não explicar o porquê.
- Fragilizar, ridicularizar, inferiorizar, menosprezar em frente aos pares.
- Culpabilizar/responsabilizar publicamente, podendo os comentários de sua incapacidade invadir, inclusive, o espaço familiar.
- Desestabilizar emocional e profissionalmente. A vítima gradativamente vai perdendo simultaneamente sua autoconfiança e o interesse pelo trabalho.
- Destruir a vítima (desencadeamento ou agravamento de doenças pré-existentes). A destruição da vítima engloba vigilância acentuada e constante. A vítima se isola da família e amigos, passando muitas vezes a usar drogas, principalmente o álcool.
- Livrar-se da vítima que são forçados/as a pedir demissão ou são demitidos/as, freqüentemente, por insubordinação.
- Impor ao coletivo sua autoridade para aumentar a produtividade.
A explicitação do assédio moral:
Gestos, condutas abusivas e constrangedoras, humilhar
repetidamente, inferiorizar, amedrontar, menosprezar ou desprezar,
ironizar, difamar, ridicularizar, risinhos, suspiros, piadas jocosas
relacionadas ao sexo, ser indiferente à presença do/a outro/a,
estigmatizar os/as adoecidos/as pelo e para o trabalho, colocá-los/as em
situações vexatórias, falar baixinho acerca da pessoa, olhar e não ver
ou ignorar sua presença, rir daquele/a que apresenta dificuldades, não
cumprimentar, sugerir que peçam demissão, dar tarefas sem sentido ou que
jamais serão utilizadas ou mesmo irão para o lixo, dar tarefas através
de terceiros ou colocar em sua mesa sem avisar, controlar o tempo de
idas ao banheiro, tornar público algo íntimo do/a subordinado/a, não
explicar a causa da perseguição, difamar, ridicularizar.
As manifestações do assédio segundo o sexo:
Com as mulheres: os
controles são diversificados e visam intimidar, submeter, proibir a
fala, interditar a fisiologia, controlando tempo e freqüência de
permanência nos banheiros. Relaciona atestados médicos e faltas a
suspensão de cestas básicas ou promoções.
Com os homens: atingem a virilidade, preferencialmente.
Fonte: www.assediomoral.org






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